sábado, 15 de agosto de 2009

Curiosidade: O que são Sociedades Anónimas Desportivas?

-As Sociedades Anónimas Desportivas (SADs) são empresas criadas pelos clubes portugueses para um regime de gestão com as regras básicas das sociedades anónimas, como a divisão do seu capital social em acções, mas com algumas especificidades exigidas pela actividade desportiva.

-As principais finalidades das SADs são a participação numa modalidade desportiva, a disputa de competições desportivas profissionais e a promoção e organização de espectáculos desportivos.

-Ao contrário das associações desportivas tradicionais, as SADs têm na sua acção fins lucrativos.

-Os dirigentes dos clubes são desresponsabilizados, pois os que não integrem uma SAD estão sujeitos a um "regime especial de gestão" das respectivas secções profissionais nos termos do qual passarão a ser responsáveis de forma pessoal, ilimitada e solidária, pelas quantias que os clubes deixarem de entregar para pagamentos ao fisco ou à segurança social (compreende-se o interesse -pessoal- dos dirigentes do OCB para integrarem uma SAD).

-Enquanto os clubes que originam a sociedade desportiva não podem deter mais do que 40% (mínimo 15%) do respectivo capital, a Câmara Municipal (no caso do OCB, a de Barcelos) poderá deter até 50% ("municipalização" do clube, que no actual modelo é "reduzida").

-Os donativos das sociedades desportivas aos clubes de origem são integralmente dedutíveis no IRC (uma vantagem enormíssima). As SADs têm vantagens fiscais em várias actividades (por exemplo, exploração de bingos, como sucede nos clubes de futebol).

-Se um clube constituir uma sociedade desportiva e mais tarde considerar que esse modelo não lhe serve e pretender abandoná-lo, deixará de poder competir num nível elevado, reservando-se apenas ao desporto amador, não federado.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Walsum Cup (Alemanha)

Informe-se aqui.

Regras do jogo (5)

Este é o último dos posts dedicado às "Regras do jogo", o quinto. De forma a não tornar muito extenso este trabalho, apenas foi dado destaque às regras que foram alteradas. Pode consultar os posts anteriores pelas ligações que aparecem no fundo.
Cartões:
Pelo exposto nos posts anteriores, o leitor já deve ter percebido que os amarelos deixam de existir no hóquei em patins, passando os agentes de uma partida a ser sancionados, apenas, com cartões azuis e vermelhos. Os azuis punem faltas graves e os vermelhos faltas muito graves. A acumulação de três azuis leva à exclusão (cartão vermelho). Apenas os jogadores e o técnico principal de cada equipa podem ser admoestados com cartão azul, todos os demais elementos de uma equipa, massagistas, delegados, treinadores-adjuntos, etc..., numa primeira instância serão advertidos verbalmente, se reiterarem comportamento incorrecto, terão de ser castigados com cartão vermelho. Em qualquer situação, uma sanção disciplinar obriga a equipa infractora a jogar em Power Play (o tempo correspondente, dois minutos nos cartões azuis, quatro nos vermelhos), mesmo quando a infracção é cometida por um delegado ou treinador, por exemplo.
Para o cumprimento dos castigos de dois minutos (cartões azuis), vão existir duas cadeiras de cada lado da mesa oficial do jogo, nas quais os jogadores deverão permanecer até cumprirem a sanção; o treinador principal vendo cartão azul, pode continuar no lugar destinado a sua função: ou sentado no banco de suplentes, ou de pé ao lado do respectivo banco de suplentes da sua equipa. Qualquer agente do jogo punido com cartão vermelho não pode permanecer junto da pista de jogo.
Penáltis e livres directos:
As marcas que assinalam na pista o local de execução do livre directo e do penálti estão situadas a 7,40 metros do centro da linha de baliza, no caso do livre directo, e a 5,40 metros do centro da linha de baliza, na linha superior de delimitação da área de grande penalidade, no caso do penálti. Os jogadores que não têm intervenção na execução ou defesa do livre directo têm de colocar-se na outra meia pista, no interior da área de grande penalidade, só podendo movimentar-se e voltar a intervir no jogo quando a bola for movimentada ou tocada para execução do livre directo ou do penálti. O livre directo e o penálti são executados com a bola parada e sem qualquer apito dos Árbitros, os quais – através duma sinalética específica – executam uma contagem, até ao limite de 5 segundos, tempo máximo concedido para que seja iniciada a execução do livre directo ou do penálti. Um dos árbitros coloca-se cerca de 1 metro à frente dos jogadores que estão dentro da área contrária, controlando o seu posicionamento e - quando tudo estiver em ordem – efectua o levantamento na vertical de um dos braços, para informar o outro árbitro que pode dar início à execução do livre directo ou do penálti. O outro árbitro coloca-se a meio da linha lateral que delimita a área de grande penalidade, equidistante das linhas superior e inferior, verificando a posição do guarda-redes e efectuando - após receber a sinalização do seu colega e sem nunca apitar – através duma sinalética específica, a contagem de 5 segundos para execução. Sempre que sejam excedidos os 5 segundos concedidos para início da execução do livre directo ou do penálti, os árbitros interromperão o jogo de imediato, assinalando um livre indirecto contra a equipa do jogador executante, que será marcado no local onde o livre directo ou o penálti ia ser executado. O jogador que for encarregado da execução do livre directo pode fazê-lo de acordo com uma das seguintes opções: patinando na direcção da baliza, transportando a bola e tentando fintar o guarda-redes; efectuando um remate directo, na direcção da baliza adversária, o qual pode ser executado na posição de parado, junto à bola, ou em movimento lançado, efectuado à distância de 3 metros, no máximo. O jogador que for encarregado da execução do penalty tem de fazê-lo sempre através de um remate directo, efectuado sem simulações e na direcção da baliza adversária, podendo efectuar recargas, e ainda jogar a bola em todas as circunstâncias, aproveitando o seu ressalto na baliza ou nas tabelas ou movimentando-a para outro jogador. O guarda-redes, nas situações de livre directo e de penálti, deve obdecer às regras já esclarecidas no Ponto 4, alínea c.
Regras do jogo (1); Regras do jogo (2); Regras do jogo (3); Regras do jogo (4)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

SAD é a solução?

O título deste post até faria sentido se três questões fossem previamente respondidas. O que é uma Sociedade Anónima Desportiva (SAD)?; Como será construída?; Porque é indispensável ser feita no OCB? São esclarecimentos que os dirigentes do OCB terão de fazer, o mais tardar na Assembleia Geral Extraordinária de 31 de Agosto (Segunda-feira, às 21:30 horas), no Pavilhão Municipal de Barcelos.
A meia surpresa que foi a divulgação desta Assembleia, com o único ponto de discussão a ser a criação da SAD, merece a maior lisura possível. O sítio do clube na rede deveria explicar o que motivou a direcção a trazer à discussão dos sócios este assunto, deveras importante.
Na barra lateral deste blogue, encontra-se aberta uma sondagem (até 27 de Agosto), na qual se pergunta aos adeptos blogonautas do OCB se acham benéfico para o clube a constituição de uma SAD. As opções de resposta são: SIM, NÃO e NÃO SEI. Caso vá mudando de opinião, nestas duas semanas de inquérito, pode também mudar o seu voto (um por computador), em qualquer momento e quantas vezes desejar.
Foto: Barcelos Popular

Assembleia Geral Extraordinária a 31 de Agosto

(clique na imagem para a ver no tamanho original)

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Imagem com história XXXI

OCB 1991/92. Equipa campeã europeia em título que conquistaria a primeira Taça de Portugal para o clube!
Em cima (jogadores): Toni, Alfredo Silva, Paulo Alves, Pedro Teles, Domingos Carvalho e Sérgio Nunes.
Em baixo: Pedro Alves, Vítor Silva, Guilherme Silva e Jorge Maceda.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Curiosidade: A primeira imagem de Barcelos!

Esta bonita imagem é a panorâmica da vila de Barcelos, em 1505, desenhada por Duarte d'Armas, escudeiro da Casa Real, nascido em Lisboa no ano de 1465. Hábil no desenho, foi encarregado por D. Manuel I de levantar o estado das fortificações da fronteira com Castela (o chamado Livro das Fortalezas), o que fez em planta e em panorâmicas, com as respectivas medidas, sinais cartográficos e notas explicativas, de Castro Marim a Caminha. E assim, chegou até nós a mais antiga imagem de Barcelos. Porém, Duarte d'Armas deve ter-se entusiasmado, porque a ponte desenhada não é, certamente, a ponte medieval que faz a ligação entre Barcelos e Barcelinhos. O número de arcos está errado. Mas imagens mais recentes que esta provam a fidelidade do restante no desenho, com destaque para o imponente Paço dos Duques, que ainda hoje conserva algumas paredes. E também para a muralha oval (já desaparecida) que, imagine-se, nunca serviu de protecção à antiga vila mais importante a Norte do Porto, pois foi construída numa época em que tais edificações estavam em desuso e a nacionalidade consolidada, apenas foi erigida para ostentação do Conde de Barcelos, Duque de Bragança.

domingo, 9 de agosto de 2009

Celso Silva integra plantel sénior

No sítio oficial do OCB surge a notícia: Celso Silva, júnior de segundo ano, vai fazer parte da equipa sénior do clube para 2009/10. O defesa-médio barcelense, que recentemente se sagrou campeão nacional no escalão de juniores, pode ainda ser acompanhado por Rafael Costa, que, por algumas vezes, durante a temporada passada, jogou brilhantemente nos seniores.

Plantel 2009/10, ponto da situação:
Guarda-redes:
-Ginho
-Joka (júnior)

Defesas:
-Leal
-Zé Pedro
-Daniel Coelho "Kika" (Vigo Stick)
-Celso Silva (júnior)

Avançados:
-Hugo Costa
-César Carvalho "Chumbinho" -(júnior)
-Jorge Maceda "Xixa" (HC Braga)
-Bruno Matos (CD Santa Clara)
-Rafael Costa (júnior) ?????

Saídas:
-Luís Mendes (CD Póvoa)
-Hugo Azevedo (AD Valongo)
-Nélson Ribeiro (CD Paço d'Arcos)
-Diogo Silva (Fundação Nortecoope)
-Zé Braga (Porto Santo SAD)
-André Torres (HC Braga)

sábado, 8 de agosto de 2009

Sim à Europa

A mini sondagem (25 votos de computadores diferentes) realizada neste blogue, ao longo da semana, mostrou que os adeptos blogonautas, maioritariamente (72%), acham que o OCB deveria participar na Liga Europeia.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Regras do jogo (4)

Faltas Graves:
As faltas graves são sancionadas disciplinarmente com um cartão azul e tecnicamente com um livre directo (ou penálti, dependendo do local onde são cometidas), ficando a equipa infractora a jogar em Power Play (dois minutos, como analisado no Ponto 3) - só os jogadores e técnico principal podem ser admoestados com cartão azul. Obviamente, e até porque implicam a marcação de um livre directo ou penálti, não são acumuladas como faltas de equipa.
São exemplos de faltas graves:
a) Protestar com os árbitros ou dirigir-se de forma agressiva ou intempestiva a um adversário, árbitro, colega de equipa ou elemento do público;
b) Manifestar desacordo público com as decisões dos árbitros (por palavras, por gestos, abanando a cabeça de forma ostensiva, etc...);
c) Zombar ou gritar com os árbitros, os colegas, os adversários ou com elementos do público;
d) Efectuar a deslocação intencional de qualquer das balizas;
e) Agarrar, empurrar ou carregar um adversário de forma perigosa (incluindo os encontrões contra as tabelas ou as vedações da pista de jogo, com derrube do adversário);
f) Golpear - sem usar de violência - um adversário fora das zonas protegidas por caneleiras (tronco, mãos, braços, pernas ou joelhos);
g) Rasteirar um adversário, derrubando-o;
h) Enganchar, através do stick, o patim de jogador adversário, mesmo se efectuado de forma não intencional e ainda que o jogador em causa acabe por não ser derrubado;
i) Enganchar ou golpear por detrás o stick de um jogador adversário, impedindo-o dessa forma de efectuar um remate à baliza;
j) Praticar uma substituição irregular, entrando na pista antes da saída do colega que vai substituir.
Faltas muito graves:
As faltas muito graves sancionam actos graves de indisciplina, de que possam resultar violência ou danos graves, bem como as acções violentas que possam fazer perigar a integridade física de terceiros. São sancionadas disciplinarmente com um cartão vermelho e tecnicamente com um livre directo (ou penálti, dependendo do local onde são cometidas), ficando a equipa infractora a jogar em Power Play (quatro minutos - todos os elementos de uma equipa podem ser punidos com cartão vermelho).
São exemplos de faltas muito graves:
a) Proferir ameaças, insultos, palavras injuriosas ou efectuar gestos obscenos, agredir ou tentar agredir, responder ou tentar responder a agressão, ou praticar quaisquer outros actos de violência ou de brutalidade relativamente a qualquer dos agentes do jogo - público, árbitros, membros da mesa oficial de jogo, jogadores e demais representantes da equipa adversária ou da própria equipa;
b) Ameaçar, empurrar ou tentar agredir um adversário, com o jogo parado (interrupção, intervalo ou final do jogo);
c) Entrar com os patins sobre um adversário - "de carrinho" - derrubando-o;
d) Golpear - usando de violência - um adversário fora das zonas protegidas por caneleiras (tronco, mãos, braços, pernas ou joelhos);
e) Arremessar para a pista de jogo o stick, o capacete, as caneleiras ou outro qualquer objecto na direcção da bola ou contra os árbitros, adversários ou colegas de equipa;
f) Provocar o público, com gestos ou expressões de carácter ofensivo (ou como tal considerados).
Regras do jogo (1); Regras do jogo (2); Regras do jogo (3); Regras do jogo (5)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Curiosidade: Maiores goleadas da história (selecções)

1994: Espanha 61 -Rússia 0

1980: Suíça 56 -Índia 0

1998: Moçambique 54 -Taiwan 0

1982: Portugal 52 -Guatemala 1

1992: Andorra 45 -Paquistão 2

1994: Portugal 45 -Rússia 0

1998: Austrália 44 -Taiwan 0

1980: Holanda 40 -Índia 0

1988: Suíça 40 -Taiwan 0

1992: Inglaterra 40 -Paquistão 0

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Imagem com história XXX

Equipa da época 1994/95, vencedora da Taça CERS. Entre outros, encontram-se Carlos Realista, que realizou a última temporada da carreira em Barcelos, e Luís Viana que se estreava como sénior.

A formação começa cada vez mais cedo!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

André Torres abandona o clube

André Torres vai sair do OCB, abandonando assim, o plantel sénior e o cargo de treinador dos escalões de infantis e iniciados, onde, há poucas semanas, se sagrou vice-campeão e campeão nacional, respectivamente. Vai rumar a Braga, para o Hóquei Clube local, para representar a equipa sénior e treinar as camadas jovens. A indefinição do futuro de André Torres prolongava-se desde 15 de Junho, mas, entretanto, foi dispensado pela direcção de forma sui generis.
Luís Mendes, que aqui foi dado como reforço da AJ Viana, afinal vai jogar para o vizinho CD Póvoa, da III Divisão.
O plantel do OCB tem, de momento, nove elementos, e é pouco provável que chegue novo reforço:

Guarda-redes:
-Ginho
-Joka (júnior)

Defesas:
-Leal
-Zé Pedro
-Daniel Coelho "Kika" (Vigo Stick)
-Defesa a actuar no campeonato espanhol ??????

Avançados:
-Hugo Costa
-César Carvalho "Chumbinho" -(júnior)
-Jorge Maceda "Xixa" (HC Braga)
-Bruno Matos (CD Santa Clara)

Saídas:
-Luís Mendes (CD Póvoa)
-Hugo Azevedo (AD Valongo)
-Nélson Ribeiro (CD Paço d'Arcos)
-Diogo Silva (Fundação Nortecoope)
-Zé Braga (Porto Santo SAD)
-André Torres (HC Braga)
Fonte: Record

domingo, 2 de agosto de 2009

OCB perde "comboio" europeu!

Com o direito desportivo de participar na Liga Europeia, 11º classificado do ranking europeu, o OCB renunciou à competição. Portugal vai ser representado por FC Porto e Candelária SC (14º no ranking!) na Liga Europeia e pelo SL Benfica, AJ Viana e UD Oliveirense na Taça CERS. Pela renúncia, o clube barcelense será punido com uma multa de 5 000 euros (ver regulamento) e a impossibilidade de participar nas competições europeias durante um ano (época de 2010/11).
Fontes: Mundo OK; A Bola; O Jogo; Micaelense; CERH

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Opinião: A decisão da direcção do OCB (que se resume a duas pessoas, que já estiveram demissionárias dos seus cargos) em fazer o clube ficar fora da Liga Europeia, hipoteca o futuro desportivo do clube, e como a parte financeira depende do sucesso desportivo...
Se fosse uma decisão convicta e consciente, bem fundamentada, onde se desse um passo atrás para depois dar dois em frente, era de apoiar. Porém, ainda a meio da semana, Pedro Faria, Vice-presidente, garantiu ao Barcelos Popular ser "intenção da direcção inscrever o clube na Liga Europeia" e que, para tal, estava à "procura de apoios". Então se a intenção era participar e a inscrição não foi feita, acreditamos que por "falta de apoios", fica a nu, mais uma vez, a manifesta incompetência da direcção. Sem falar que é altamente negligente deixar para as últimas horas do prazo de inscrição a procura de "ajudas"... Enfim... Em dois anos, um clube que alcançava as meias-finais do campeonato, passou a lutar para não descer (apenas e só). Com a ausência das competições europeias (pelo menos dois anos), o clube barcelense cairá inevitavelmente no ranking, um dos pressupostos actuais para a entrada na Liga Europeia, o que o afastará dos palcos dos "campeões" no médio/longo prazo. A reentrada futura (????) nas competições do CERH, terá de ser acompanhada do pagamento de uma multa de 5 000 euros, como estipulado no Regulamento do CERH. Por isso mesmo, o OCB deve ter perdido, por muitos anos, o "comboio" europeu... A não ser que arranje "apoios"...

Torneios de pré-temporada


Fonte: Barcelos Popular

sábado, 1 de agosto de 2009

Deveria o OCB participar na Liga Europeia?

Perante o cenário de não participação na Liga Europeia 2009/10, pergunta-se aos adeptos se deveria o OCB competir ou não na Europa. Votação na barra lateral.

Cartoon LXI