O OCB
ofereceu um terço de campeonato de avanço a todos os adversários que lutam pela manutenção. E agora?
A manutenção, ou seja, o 12º lugar na
tabela, no mínimo, exigirá maior competitividade e concentração do
cinco oquista, que, obviamente, terá de recomeçar a pontuar. Os jogos de Janeiro serão cruciais. São os embates contra adversários directos, passada que está a
fase dos candidatos ao título. Falamos das deslocações a Paço d'Arcos (9 de Janeiro - encerra as
idas a Lisboa, que são quatro) e Espinho (30 de Janeiro), mais a recepção ao HC Braga (23 de Janeiro) e a
viagem ao Porto Santo (que deverá ser agendada para o primeiro mês de 2010).

Nestes quatro jogos, se não forem capitalizados pelo menos seis pontos, o clube de Barcelos ficará numa situação extremamente difícil, pois não conseguirá descolar dos dois últimos postos da tabela, sendo que o último terço do campeonato trará de novo os encontros com os
grandes. Para alcançar o desiderato da permanência no escalão maior do hóquei patinado, os oquistas terão de adicionar qualidade ao seu plantel. Mas reforços ainda não estão garantidos. Se no início a grande lacuna do emblema
azul era o ataque, a fraca concretização, com o passar das jornadas ficou evidente que nos sectores mais
recuados também algo não está bem; a equipa sofreu quase o dobro dos golos que nas mesmas nove primeiras jornadas das três épocas anteriores, ao passo que até marcou mais golos do que nas temporadas de 2007/08 e 2008/09 (mas há uma variável: a introdução, esta época, das novas regras do jogo)!


Se olharmos para as classificações finais das "Fases Regulares" das últimas quatro temporadas (embora, à época, houvesse "segundas fases" - 2005/06 - e
playoffs), chegamos à seguinte conclusão:
22 pontos (média dos 12ºs classificados)
bastarão para ser evitada a despromoção. O OCB tem 4 pontos, de momento, tendo que
triunfar por
6 vezes nos
17 jogos que faltam para o fim do campeonato. Estatisticamente falando.
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