A temporada de 2009/10 do OCB começa na Terça-feira, dia 1 de Setembro, com a apresentação da equipa à comunicação social e com o início dos treinos. Até à primeira jornada do campeonato (6 de Outubro) a equipa oquista vai participar em torneios de pré-época que serão aqui noticiados (salvo algum imprevisto).terça-feira, 25 de agosto de 2009
1º de Setembro, o início!
A temporada de 2009/10 do OCB começa na Terça-feira, dia 1 de Setembro, com a apresentação da equipa à comunicação social e com o início dos treinos. Até à primeira jornada do campeonato (6 de Outubro) a equipa oquista vai participar em torneios de pré-época que serão aqui noticiados (salvo algum imprevisto).
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Imagem com história XXXIV
Plantel do OCB para a temporada 1992/93. Que, sob o comando de José Fernandes, viria a conquistar o primeiro título de campeão nacional, a segunda Taça de Portugal e a Taças das Taças!!Em cima (jogadores): Domingos Carvalho, Sérgio Nunes, Paulo Alves, Alfredo Silva, Jorge Maceda e Toni.
Em baixo: Pedro Alves, Guilherme Silva, Valentim, Vítor Silva e Rui Fernandes.
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domingo, 23 de agosto de 2009
Imagem com história XXXIII
Fez ontem um ano, 22 de Agosto de 2008, que o OCB 2008/09 foi apresentado à comunicação social. Na foto (do jornal a A Bola) surgem os reforços de então: João Pinto, Nélson Ribeiro, André Torres, Hugo Azevedo e Miguel Viterbo. Foi salientado pelos dirigente que este seria o "ano zero" (2008/09) para a equipa. Passado menos de um ano, e depois da pior classificação de sempre no campeonato nacional (nono lugar), por um motivo ou por outro, nenhum destes atletas, nem mesmo o treinador, faz parte do plantel barcelense.
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sábado, 22 de agosto de 2009
Rafa vai para o FC Porto
O júnior de segundo ano que foi decisivo em vários jogos dos seniores do OCB na última época, Rafael Costa (Rafa), será jogador do FC Porto nas próximas temporadas. Segundo o jornal O Jogo, o jogador vai ocupar lugar na equipa júnior dos azuis-e-brancos mas prevê-se que tenha presença assídua no plantel sénior. Vítor Silva, o ex-treinador de Rafa, ao mesmo jornal, falou sobre o jovem atleta: "Dentro de pouco tempo será uma referência no hóquei nacional. Será um Panchito português e vai estar no clube certo para progredir."Notícia completa aqui.
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
As "razões" de Vítor Silva em O Jogo
Vítor Silva expressou, no jornal desportivo O Jogo, o que o motivou a demitir-se do cargo de treinador, abandonando assim o OCB quando ainda contava com mais um ano de contrato. Os ordenados em atraso, decorrentes de uma grave instabilidade financeira, e ainda a escolha do plantel para a época 2009/10 por parte da Direcção, sem o seu aval, são uma das razões. Vítor Silva garante: "Não fui ouvido na escolha da equipa para a próxima época, não concordo com algumas contratações, soube das coisas por uma entrevista dada por um director a uma rádio e desconheço o motivo do adiamento do início da pré-época, para além de não concordar com o plano de treinos e torneios". Acrescenta ainda que "Acontecem coisas estranhas, como terem despedido o André Torres e me terem informado por SMS. Os juniores e os iniciados foram campeões, os juvenis ficaram em terceiro, e os infantis foram vice-campeões. Que mais se pode pedir em condições precárias como as do Barcelos?"
Sobre os ordenados em atraso, o treinador afirma: "Todos fizeram um grande sacrifício, na época passada, e ninguém leva isso em linha de conta." Termina mostrando abertura: "Estou disponível para negociar. Não quero sair em conflito." Na versão impressa do artigo, Vítor Silva diz entender quem não gosta dele e acaba por pedir desculpa aos sócios por se ter excedido algumas vezes, "pois foi sempre em defesa do clube", assegura.A direcção barcelense ainda não tomou (publicamente) nenhuma posição, aguardando-se agora a escolha serena de um treinador (ou mais do que um) para liderar os plantéis de infantis, iniciados, juvenis, juniores e seniores. No entanto, espera-se uma decisão célere para, de forma definitiva, acabarem as especulações, que tanto têm prejudicado o clube.
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Vítor Silva: treinador demite-se
Se há uma figura transversal a todos os sucessos e conquistas do OCB, é Vítor Silva. O guarda-redes sulista que chegou a Barcelos em 1990, logo em época de estreia conseguiu ser campeão europeu! Depois, o grupo fantástico a que pertenceu o demissionário treinador, acabou por ganhar tudo o que havia para ganhar. Nos anos noventa se escreveram as mais bonitas páginas da história do clube. Já no novo milénio, Vítor Silva e Guilherme Silva, os únicos "campeões de Monza" ainda no clube, venceram o campeonato, integrando a segunda "equipa maravilha" do OCB, a popular "equipa dos italianos". Em Oliveira de Azeméis, a 30 de Junho de 2001, Vítor Silva acabava a carreira de jogador. Como campeão! Mas começava uma nova etapa na sua vida, a de treinador (nas camadas jovens do OCB). Quando em 2004 José Querido deixou de ser o "timoneiro" oquista, Vítor Silva foi a escolha óbvia para treinador sénior. Até ontem ocupou o cargo. Ao fim de cinco épocas, não resistiu ao mal-estar evidente no seio do clube.
Nas últimas cinco épocas, pelas mãos do treinador oeirense passaram muitos jogadores, a cada fim de época havia debandada no plantel sénior, o que sempre foi um óbice ao sucesso desportivo. Vítor Silva assumia, frontalmente, o corte com o passado, usando um discurso miserabilista, focando sempre a "realidade difícil" do clube, sendo excessivamente protector para os sucessivos dirigentes, que tinham o dever de tornar a "realidade" mais próspera. A coerência do discurso era desmentida na prática, pois as ditas equipas "baratas" e com "margem de progressão" eram, a cada ano, desfeitas.
Ao dar o "peito às balas" pela actual direcção, nas eleições da primavera de 2008, Vítor Silva ficaria fragilizado, definitivamente sem poder de reinvindicação. Enquanto que, nos seniores, tudo lhe corria mal, nas camadas jovens, o terreno onde o treinador "faz escola" e onde se sente melhor, construía uma estrutura sólida, rigorosa e vencedora, "a melhor do país!" (acabou campeão em juniores e iniciados).Numa estrada, umas vezes é preciso virar à direita, outras, à esquerda, ou seguir mesmo em frente, ou, quem sabe, até fazer a inversão de marcha. Como qualquer pessoa, Vítor Silva nem sempre tomou a direcção certa, embora tenha criado uma forte imagem de competência, dedicação e coragem. Com erros. Como todos.
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Curiosidade: Todos os resultados dos Portugal - Espanha
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terça-feira, 18 de agosto de 2009
Imagem com história XXXII
Imagem do OCB 3 - FC Barcelona 1 (22/3/2002), que permitiu aos barcelenses disputarem a final four da Liga dos Campeões, Guimarães'2002. O Pavilhão Municipal de Barcelos cheio apoiou a equipa da casa até à vitória! Grande jogo de hóquei!
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Triunfo na Alemanha
Com uma equipa essencialmente formada por juniores, o OCB venceu o torneio alemão Walsum Cup, durante o passado fim-de-semana. Embora tenham começado mal, os barcelenses conseguiram ficar no primeiro lugar do torneio.RSV Weil (Alemanha) 6 -OCB 3
Fonte: Kaos Barcelense
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domingo, 16 de agosto de 2009
Curiosidade: modalidades de verão
Na silly season não há hóquei em patins, por isso sugerimos que descubra outras interessantes modalidades desportivas, bem mais vivas, os chamados desportos de verão:











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sábado, 15 de agosto de 2009
Curiosidade: O que são Sociedades Anónimas Desportivas?
-As Sociedades Anónimas Desportivas (SADs) são empresas criadas pelos clubes portugueses para um regime de gestão com as regras básicas das sociedades anónimas, como a divisão do seu capital social em acções, mas com algumas especificidades exigidas pela actividade desportiva.-As principais finalidades das SADs são a participação numa modalidade desportiva, a disputa de competições desportivas profissionais e a promoção e organização de espectáculos desportivos.
-Ao contrário das associações desportivas tradicionais, as SADs têm na sua acção fins lucrativos.
-Os dirigentes dos clubes são desresponsabilizados, pois os que não integrem uma SAD estão sujeitos a um "regime especial de gestão" das respectivas secções profissionais nos termos do qual passarão a ser responsáveis de forma pessoal, ilimitada e solidária, pelas quantias que os clubes deixarem de entregar para pagamentos ao fisco ou à segurança social (compreende-se o interesse -pessoal- dos dirigentes do OCB para integrarem uma SAD).
-Enquanto os clubes que originam a sociedade desportiva não podem deter mais do que 40% (mínimo 15%) do respectivo capital, a Câmara Municipal (no caso do OCB, a de Barcelos) poderá deter até 50% ("municipalização" do clube, que no actual modelo é "reduzida").
-Os donativos das sociedades desportivas aos clubes de origem são integralmente dedutíveis no IRC (uma vantagem enormíssima). As SADs têm vantagens fiscais em várias actividades (por exemplo, exploração de bingos, como sucede nos clubes de futebol).
-Se um clube constituir uma sociedade desportiva e mais tarde considerar que esse modelo não lhe serve e pretender abandoná-lo, deixará de poder competir num nível elevado, reservando-se apenas ao desporto amador, não federado.
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sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Regras do jogo (5)
Este é o último dos posts dedicado às "Regras do jogo", o quinto. De forma a não tornar muito extenso este trabalho, apenas foi dado destaque às regras que foram alteradas. Pode consultar os posts anteriores pelas ligações que aparecem no fundo.Pelo exposto nos posts anteriores, o leitor já deve ter percebido que os amarelos deixam de existir no hóquei em patins, passando os agentes de uma partida a ser sancionados, apenas, com cartões azuis e vermelhos. Os azuis punem faltas graves e os vermelhos faltas muito graves. A acumulação de três azuis leva à exclusão (cartão vermelho). Apenas os jogadores e o técnico principal de cada equipa podem ser admoestados com cartão azul, todos os demais elementos de uma equipa, massagistas, delegados, treinadores-adjuntos, etc..., numa primeira instância serão advertidos verbalmente, se reiterarem comportamento incorrecto, terão de ser castigados com cartão vermelho. Em qualquer situação, uma sanção disciplinar obriga a equipa infractora a jogar em Power Play (o tempo correspondente, dois minutos nos cartões azuis, quatro nos vermelhos), mesmo quando a infracção é cometida por um delegado ou treinador, por exemplo.
Para o cumprimento dos castigos de dois minutos (cartões azuis), vão existir duas cadeiras de cada lado da mesa oficial do jogo, nas quais os jogadores deverão permanecer até cumprirem a sanção; o treinador principal vendo cartão azul, pode continuar no lugar destinado a sua função: ou sentado no banco de suplentes, ou de pé ao lado do respectivo banco de suplentes da sua equipa. Qualquer agente do jogo punido com cartão vermelho não pode permanecer junto da pista de jogo.
Penáltis e livres directos:
As marcas que assinalam na pista o local de execução do livre directo e do penálti estão situadas a 7,40 metros do centro da linha de baliza, no caso do livre directo, e a 5,40 metros do centro da linha de baliza, na linha superior de delimitação da área de grande penalidade, no caso do penálti. Os jogadores que não têm intervenção na execução ou defesa do livre directo têm de colocar-se na outra meia pista, no interior da área de grande penalidade, só podendo movimentar-se e voltar a intervir no jogo quando a bola for movimentada ou tocada para execução do livre directo ou do penálti. O livre directo e o penálti são executados com a bola parada e sem qualquer apito dos Árbitros, os quais – através duma sinalética específica – executam uma contagem, até ao limite de 5 segundos, tempo máximo concedido para que seja iniciada a execução do livre directo ou do penálti. Um dos árbitros coloca-se cerca de 1 metro à frente dos jogadores que estão dentro da área contrária, controlando o seu posicionamento e - quando tudo estiver em ordem – efectua o levantamento na vertical de um dos braços, para informar o outro árbitro que pode dar início à execução do livre directo ou do penálti. O outro árbitro coloca-se a meio da linha lateral que delimita a área de grande penalidade, equidistante das linhas superior e inferior, verificando a posição do guarda-redes e efectuando - após receber a sinalização do seu colega e sem nunca apitar – através duma sinalética específica, a contagem de 5 segundos para execução. Sempre que sejam excedidos os 5 segundos concedidos para início da execução do livre directo ou do penálti, os árbitros interromperão o jogo de imediato, assinalando um livre indirecto contra a equipa do jogador executante, que será marcado no local onde o livre directo ou o penálti ia ser executado. O jogador que for encarregado da execução do livre directo pode fazê-lo de acordo com uma das seguintes opções: patinando na direcção da baliza, transportando a bola e tentando fintar o guarda-redes; efectuando um remate directo, na direcção da baliza adversária, o qual pode ser executado na posição de parado, junto à bola, ou em movimento lançado, efectuado à distância de 3 metros, no máximo. O jogador que for encarregado da execução do penalty tem de fazê-lo sempre através de um remate directo, efectuado sem simulações e na direcção da baliza adversária, podendo efectuar recargas, e ainda jogar a bola em todas as circunstâncias, aproveitando o seu ressalto na baliza ou nas tabelas ou movimentando-a para outro jogador. O guarda-redes, nas situações de livre directo e de penálti, deve obdecer às regras já esclarecidas no Ponto 4, alínea c.
Regras do jogo (1); Regras do jogo (2); Regras do jogo (3); Regras do jogo (4)
Penáltis e livres directos:
As marcas que assinalam na pista o local de execução do livre directo e do penálti estão situadas a 7,40 metros do centro da linha de baliza, no caso do livre directo, e a 5,40 metros do centro da linha de baliza, na linha superior de delimitação da área de grande penalidade, no caso do penálti. Os jogadores que não têm intervenção na execução ou defesa do livre directo têm de colocar-se na outra meia pista, no interior da área de grande penalidade, só podendo movimentar-se e voltar a intervir no jogo quando a bola for movimentada ou tocada para execução do livre directo ou do penálti. O livre directo e o penálti são executados com a bola parada e sem qualquer apito dos Árbitros, os quais – através duma sinalética específica – executam uma contagem, até ao limite de 5 segundos, tempo máximo concedido para que seja iniciada a execução do livre directo ou do penálti. Um dos árbitros coloca-se cerca de 1 metro à frente dos jogadores que estão dentro da área contrária, controlando o seu posicionamento e - quando tudo estiver em ordem – efectua o levantamento na vertical de um dos braços, para informar o outro árbitro que pode dar início à execução do livre directo ou do penálti. O outro árbitro coloca-se a meio da linha lateral que delimita a área de grande penalidade, equidistante das linhas superior e inferior, verificando a posição do guarda-redes e efectuando - após receber a sinalização do seu colega e sem nunca apitar – através duma sinalética específica, a contagem de 5 segundos para execução. Sempre que sejam excedidos os 5 segundos concedidos para início da execução do livre directo ou do penálti, os árbitros interromperão o jogo de imediato, assinalando um livre indirecto contra a equipa do jogador executante, que será marcado no local onde o livre directo ou o penálti ia ser executado. O jogador que for encarregado da execução do livre directo pode fazê-lo de acordo com uma das seguintes opções: patinando na direcção da baliza, transportando a bola e tentando fintar o guarda-redes; efectuando um remate directo, na direcção da baliza adversária, o qual pode ser executado na posição de parado, junto à bola, ou em movimento lançado, efectuado à distância de 3 metros, no máximo. O jogador que for encarregado da execução do penalty tem de fazê-lo sempre através de um remate directo, efectuado sem simulações e na direcção da baliza adversária, podendo efectuar recargas, e ainda jogar a bola em todas as circunstâncias, aproveitando o seu ressalto na baliza ou nas tabelas ou movimentando-a para outro jogador. O guarda-redes, nas situações de livre directo e de penálti, deve obdecer às regras já esclarecidas no Ponto 4, alínea c.
Regras do jogo (1); Regras do jogo (2); Regras do jogo (3); Regras do jogo (4)
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
SAD é a solução?
O título deste post até faria sentido se três questões fossem previamente respondidas. O que é uma Sociedade Anónima Desportiva (SAD)?; Como será construída?; Porque é indispensável ser feita no OCB? São esclarecimentos que os dirigentes do OCB terão de fazer, o mais tardar na Assembleia Geral Extraordinária de 31 de Agosto (Segunda-feira, às 21:30 horas), no Pavilhão Municipal de Barcelos.
A meia surpresa que foi a divulgação desta Assembleia, com o único ponto de discussão a ser a criação da SAD, merece a maior lisura possível. O sítio do clube na rede deveria explicar o que motivou a direcção a trazer à discussão dos sócios este assunto, deveras importante.Na barra lateral deste blogue, encontra-se aberta uma sondagem (até 27 de Agosto), na qual se pergunta aos adeptos blogonautas do OCB se acham benéfico para o clube a constituição de uma SAD. As opções de resposta são: SIM, NÃO e NÃO SEI. Caso vá mudando de opinião, nestas duas semanas de inquérito, pode também mudar o seu voto (um por computador), em qualquer momento e quantas vezes desejar.
Foto: Barcelos Popular
Foto: Barcelos Popular
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Imagem com história XXXI
OCB 1991/92. Equipa campeã europeia em título que conquistaria a primeira Taça de Portugal para o clube!Em cima (jogadores): Toni, Alfredo Silva, Paulo Alves, Pedro Teles, Domingos Carvalho e Sérgio Nunes.
Em baixo: Pedro Alves, Vítor Silva, Guilherme Silva e Jorge Maceda.
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terça-feira, 11 de agosto de 2009
Curiosidade: A primeira imagem de Barcelos!
Esta bonita imagem é a panorâmica da vila de Barcelos, em 1505, desenhada por Duarte d'Armas, escudeiro da Casa Real, nascido em Lisboa no ano de 1465. Hábil no desenho, foi encarregado por D. Manuel I de levantar o estado das fortificações da fronteira com Castela (o chamado Livro das Fortalezas), o que fez em planta e em panorâmicas, com as respectivas medidas, sinais cartográficos e notas explicativas, de Castro Marim a Caminha. E assim, chegou até nós a mais antiga imagem de Barcelos. Porém, Duarte d'Armas deve ter-se entusiasmado, porque a ponte desenhada não é, certamente, a ponte medieval que faz a ligação entre Barcelos e Barcelinhos. O número de arcos está errado. Mas imagens mais recentes que esta provam a fidelidade do restante no desenho, com destaque para o imponente Paço dos Duques, que ainda hoje conserva algumas paredes. E também para a muralha oval (já desaparecida) que, imagine-se, nunca serviu de protecção à antiga vila mais importante a Norte do Porto, pois foi construída numa época em que tais edificações estavam em desuso e a nacionalidade consolidada, apenas foi erigida para ostentação do Conde de Barcelos, Duque de Bragança.
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