Talvez não saibam mas, existe outra Barcelos: sede de um município brasileiro do estado do Amazonas! Barcelos foi fundada em 1775 pelos portugueses (barcelenses, neste caso) que em vários locais da Amazónia reproduziam os nomes de lugares, vilas e cidades da metrópole (Belém, Santarém, Óbidos ...). Barcelos é hoje um município cuja a área é superior à de Portugal! Barcelos é também o porto onde se negociam, há séculos, os produtos do extrativismo que sustentam as populações ribeirinhas dos rio Demene e Negro. A Barcelos tupiniquim trata-se de um dos locais turísticos mais visitados do Amazonas. De entre os atractivos há os peixes ornamentais (Barcelos é a capital!), belas praias de areia branquíssima, serras, cachoeiras, pesca desportiva, principalmente dos enormes tucunarés, etc...
Para se chegar a Barcelos só de barco ou avião (existe um pequeno aeroporto na cidade), pois não existem estradas pelo meio da floresta. Manaus fica a cerca de 370 quilómetros e é a cidade que faz a ligação de barco com Barcelos.
Com uma população com pouco mais de vinte mil habitantes, Barcelos da Amazónia tem uma densidade demográfica baixíssima, 0,20 pessoas por quilómetro quadrado, ou seja, uma pessoa por cada cinco quilómetros quadrados!PS: desconhece-se a existência de algum (H)Óquei Clube...




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Com certeza que já todos ouvimos falar em Hóquei em Campo, Hóquei em Gelo... Mas Hóquei Subaquático é uma novidade, não?! Esta modalidade joga-se numa piscina com cerca de 20 por 12 metros, com equipas de seis jogadores identificados pela touca e pelo stick - curto, com apenas 30 centímetros. Não existe bola, existe um disco que pesa cerca de quilo e meio e que está sempre no fundo do tanque. As balizas são umas calhas com três metros nas quais o disco encaixa quando é golo. Os jogadores têm que regularmente vir respirar à superfície, pois recorrem à apneia para se conseguirem manter debaixo de água. Como o jogo é feito no fundo, naturalmente, o público não o vê, são os próprios jogadores que, quando vêm à superfície, dão informações. Na impossibilidade de falarem entre si quando estão submersos, os jogadores comunicam por olhares e pelos ruídos do stick a bater no fundo.